Projetos no Baú
Todos os projetos que já realizámos, estão aqui!

FESTIVAL DE CURTAS

O Anzol Castiço pela 1ª vez realizou um mini festival de curtas, projeto este a alimentar e reestruturar para o próximo ano.

ALADINO E A LÂMPADA MÁGICA

A partir das histórias das 1001 noites, de Xerazade, João Simões procurou, neste texto, provocar a magia e o mistério para mais um espetáculo dirigido à família.

Com as músicas de Ismael Gonçalves e as coreografias de Bruno Paredes, esta história é enriquecida com movimento, harmonia e sensualidade, no rompimento da barreira de palco.

Aladino, filho de um casal humilde e trabalhador, órfão de pai, procura diversão nos mercados da sua cidade. O surgimento de um misterioso tio provocará por certo a mudança da sua vida, a qual passará poraventuras e paixão pela princesa Jasmim.

Para todas estas aventuras, a história desenvolve-se com o auxílio da sua mãe, de um génio endiabrado, de escravos, de aias e muitos outros personagens.

A magia e os efeitos especiais vão levar o público a uma viagem pelos sonhos das arábias.

NHAQUE 2ª TEMPORADA

De novo, Rios e Solano sobem a palco a continuar a caminhada dramatúrgica desde 1500. Os atores Diogo Consciência e João Simões, sob a direção artística de Paula Perdigão, voltaram a encher a sala com gargalhadas e bons momentos de comédia.

UMA REVISTA À PORTUGUESA, CONCERTEZA!

Uma revista de sátira política e social, repleta de cor e de alegria, composta por 19 quadros e canções.

Em suma, e para quem gosta de uma revista com uma estrutura tradicional, apercebe-se que "As revistas são como as cerejas", onde pode ver uma Lsboa antiga e outra moderna, o distinto e aristocrático Desengonçalo Rebordão de Brito a Madame da Poupa Dura, o presidente(s) dos afetos, a Assunção Sacristas, as marchas da nossa cidade, os santos políticos da nossa praça, a saudade da nossa Beatriz Costa, o Coxa e a Cretina, a bem disposta Menina das Tranças Louras, a memória a Marlene Dietrich e ao Saúl Rolnaldo, a homenagem aos refugiados e a passagem das tresloucadas ovelhas da rua.

Uma parceria com o Grupo Dramático e Escolar "os Combatentes" e o Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire, com texto de Nuno Lopes, encenação de João Simões, coreografias de Bruno Paredes, direção musical de Rui Vaz, cenografia de alunos e professores do AEBF, figurinos de João Simões, confeção de Zézinha Pereira e Ricardo Jorge, grafismo de Pedro Leitão e fotografia de Jorge Azevedo.

Um elenco jovem e de 5*!

NHAQUE

Múmias? Fantasmas? Não! Dois atores são companheiros de estrada e de aventuras, procurando espaços de representação, desde 1600 e qualquer coisa!

Estão vivos e bem vivos, para nos narrarem os caminhos, as vidas e as peripécias do que é ser ator desde o renascimento, que se pensarmos bem, ainda hoje são tão repetidas.

Nhaque é um texto construído a partir da obra "Ñaque ou piolhos e atores", de José Sanchis Sinisterra, que aborda a condição do ator através do tempo e que se desenvolve numa permanente relação com o público.

Uma comédia que faz rir e dá que pensar.

Rios e Solano, os dois atores que se desmultiplicam em personagens que representam nos seus autos e comédias, carregam consigo uma arca, que guarda os adereços e os figurinos com que representam desde que começaram a sua caminhada.

"Outra vez?" - pergunta Rios.

"E muitas mais vezes!" - responde Solano.

"Deviamos parar numa casa, numa povoação, numa cidade..." - continua Rios.

"Num teatro!..." - responde Solano.

HÁ AMOR E SANGUE NA MADRAGOA?

Quando um nobre a Lapa se cruza pela vizinha Madragoa com a mais bela varina de Lisboa, o amor acontece!

Mas que futuro haverá para este amor proibido pelas mais rígidas convenções sociais do séc. XIX?

Será esta relação capaz de vingar e o seu desfecho feliz?

Ao som do fado, este sentimental drama estreará em 18 de dezembro. A peça "Amor e Sangue na Madragoa", num argumento original de Joana Neves e com direção de João Simões, será levada à cena pelo grupo cultural "Anzol Castiço", no renovado espaço do Centro Comunitário da Madragoa - ex Junta de Freguesia de Santos-o-Velho, na Estrela.

 PARA SER CRESCIDO,  QUERO UMA GRAVATA

A partir da obra de Pedro Seromenho, "As gravatas do meu pai" viajamos no olhar de um menino sonhador que ansiava ser crescido, e que para tanto se vê confrontado com a terrível decisão de escolher de entre as gravatas de seu pai, cada qual com a sua personalidade muito própria; alegre, romântica, sonhadora, triste, preocupada... a que o fará alcançar o seu sonho da criança.

No final e perante o difícil processo de escolha o nosso herói opta por ser menino!

GATO ADOTA GAIVOTA E ENSINA-A A VOAR!

Se está, imagine-se, a gozar o seu belo e merecido período de férias, a apanhar banhos de sol no seu terraço e, de repente, lhe cai uma gaivota moribunda a pedir-lhe que tome conta do ovo que vai por, que tome conta da gaivotinha que vai nascer e que, não menos fácil, a ensinará a voar... isso é.... Loucura!

Quanto mais para um simples e gordo gato de Hamburgo que, durante as férias dos seus donos, se vê a braços com todas estas e outras responsabilidades entre "patas"!

A terrível poluição dos mares pelos humanos e a destruição das espécies que os habitam acabam por ser o mote para uma viagem mágica que levará esta gaivota, apanhada por uma maré negra, até à casa do Zorbas, onde o obriga a fazer as três promessas, dir-se-iam mesmo... impossíveis de cumprir.

Porém, o valor da palavra e o espírito de equipa dos gatos do Porto de Hamburgo serão os ingredientes principais para que a salvação da gaivotinha que vai nascer seja realidade.

Este espetáculo dirigido à FAMÍLIA continuará a estar patente ao público aos sábados, às 15 horas, no Grupo Dramático e Escolar "Os Combatentes" - uma das poucas salas com palco italiano deste país -, até dia 31 de janeiro.

A proposta apresentada pelo Grupo Anzol Castiço conjuga uma diversidade de tecnologias, como a contracena dos atores de carne, osso e pelo com personagens em cinema de animação.

UMA HISTÓRIA DE OUTROS MARES

João Pirolito, mergulhador e explorador dos mares volta à cena neste teatro de fantoches como narrador da história "A Sardinha Cinderela", que nos conta a história da personagem-título que é maltratada e explorada pela sua Madrasta e meias-irmãs Douradas. Vivendo como uma sardinha borralheira, Cinderela passa os seus dias a cozinhar, limpar e costurar na gruta das Berlengas, onde todas vivem sempre alvo de escarnio e desprezo por parte da vil madrasta e das arrogantes meias-irmãs. Mas um dia tudo muda perante a visita do arauto do rei Oito bracinhos, com a notícia do baile para escolha da futura noiva do príncipe Carapau, no palácio Real, lá para os lados do mar de Sesimbra. O desfecho é atribulado, mas o final revelar-se-á feliz nesta adaptação subaquática, e bem portuguesa, do famoso conto de Charles Perrault, com fantoches de feltro e tecido, que manufacturados recuperam da ancestral tradição dos bonecos de Santo Aleixo e dos Robertos da feiras e romarias de Portugal. A história ganha vida num colorido teatro de madeira e pano,  com dois palcos (superior e inferior), nos quais a manipulação é feita com varetas no topo e na base dos fantoches, que recriam as personagens da história.